terça-feira, 8 de junho de 2010
Lollys no Rock Gaúcho na TV
Las Lollypops en el Rock Gaúcho na TV! Gravado na Marquise 51! Agora já sei, que beber uma garrafa de vinho antes de ser entrevistada aguça meu humor inglês! desculpa aê!
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Steven Tyler não é de açúcar
Após 13 anos de espera, na última quinta-feira finalmente pude assistir ao show da minha vida. O Aerosmith tocou em Porto Alegre e eu vi a uma distância de quatro metros as poses de Steven Tyler e Joe Perry que estampavam meus cadernos customizados da adolescência.
A noite tinha tudo pra ser mais uma qualquer de outono gaúcho, com uma chuvinha fina que insistia em cair. Mas quando a bandeira do Brasil com o logo do Aerosmith caiu em frente ao palco montado no estacionamento da FIERGS e os acordes de Love in an Elevator começaram a soar eu me dei conta de que aquele dia entraria pra minha história. O dia em que minha banda preferida, que fez tantas músicas que alegraram a minha vida tocava na minha cidade! Sei que isso parece idiota, mas saber que os caras andaram pelas ruas por onde eu tanto andei me faz sentir mais próxima deles. Que besteira...
Divagações à parte...
Voltemos ao show: desde a primeira música Steven se postou na ponta da passarela de extensão do palco e de lá quase não saiu. Fazendo um strip-tease que me deixou com calor, a cada minuto peças de sua roupa eram jogadas de cima do palco. Primeiro os óculos, depois o chapéu, o casaco... ai, ai...fiquei esperando pelas calças, mas infelizmente elas não vieram (eu até me contentaria com as gaitas de boca e maracas também jogadas ao público, mas não tive a sorte de pegar nada). Depois de mais de uma hora de show e com os cabelos molhados Tyler continuava lindo e sexy, so sexy!
Os caras tocaram vários clássicos dos anos 70 (como Lord of the Thighs, Mama Kin, Dream On, Draw the Line ), mega hits dos 90 (Crazy e Cryin’ foram o ápice), e passaram pela fase blues da banda com palhinha de Joe Perry nos vocais de Stop Messin’ Around e solo de guitarra sobre a bateria do Kramer. Lindo!
Como boa fã que sou, cantei todas as músicas do começo ao fim e saí de lá com a alma e os cabelos lavados e com a feliz constatação que a banda da minha vida é a mesma dos velhos tempos (e que Steven Tyler não é feito de açúcar!).
Coisas que me surpreenderam:
- A aparência de Brad Whitford que além de estar com cara de vovozinho fez o show com uma toca na cabeça e uns óculos furtacor à lá 80’s;
- O fato de eu não ter sido empurrada nenhuma vez e não ter levado nenhum pisão no pé mesmo estando tão próxima do palco;
- A disposição dos caras pra fazer um show de duas horas, sassaricando pra lá e pra cá mesmo com mais de 60 anos;
- Steven Tyler chutando o pano azul (camisa do grêmio) que jogaram no palco. Depois de uns minutos ele até pegou a camisa e girou, mas a primeira coisa que fez foi tentar chutá-la de volta pra platéia! hehe
p.s.: o título deste texto foi sugerido pela minha querida amiga Andrea Celia que estava no show, pulou e cantou e depois ainda foi dançar na festa Namorada de Rockeiro, que também estava o máximo!
A noite tinha tudo pra ser mais uma qualquer de outono gaúcho, com uma chuvinha fina que insistia em cair. Mas quando a bandeira do Brasil com o logo do Aerosmith caiu em frente ao palco montado no estacionamento da FIERGS e os acordes de Love in an Elevator começaram a soar eu me dei conta de que aquele dia entraria pra minha história. O dia em que minha banda preferida, que fez tantas músicas que alegraram a minha vida tocava na minha cidade! Sei que isso parece idiota, mas saber que os caras andaram pelas ruas por onde eu tanto andei me faz sentir mais próxima deles. Que besteira...
Divagações à parte...
Voltemos ao show: desde a primeira música Steven se postou na ponta da passarela de extensão do palco e de lá quase não saiu. Fazendo um strip-tease que me deixou com calor, a cada minuto peças de sua roupa eram jogadas de cima do palco. Primeiro os óculos, depois o chapéu, o casaco... ai, ai...fiquei esperando pelas calças, mas infelizmente elas não vieram (eu até me contentaria com as gaitas de boca e maracas também jogadas ao público, mas não tive a sorte de pegar nada). Depois de mais de uma hora de show e com os cabelos molhados Tyler continuava lindo e sexy, so sexy!
Os caras tocaram vários clássicos dos anos 70 (como Lord of the Thighs, Mama Kin, Dream On, Draw the Line ), mega hits dos 90 (Crazy e Cryin’ foram o ápice), e passaram pela fase blues da banda com palhinha de Joe Perry nos vocais de Stop Messin’ Around e solo de guitarra sobre a bateria do Kramer. Lindo!
Como boa fã que sou, cantei todas as músicas do começo ao fim e saí de lá com a alma e os cabelos lavados e com a feliz constatação que a banda da minha vida é a mesma dos velhos tempos (e que Steven Tyler não é feito de açúcar!).
Coisas que me surpreenderam:
- A aparência de Brad Whitford que além de estar com cara de vovozinho fez o show com uma toca na cabeça e uns óculos furtacor à lá 80’s;
- O fato de eu não ter sido empurrada nenhuma vez e não ter levado nenhum pisão no pé mesmo estando tão próxima do palco;
- A disposição dos caras pra fazer um show de duas horas, sassaricando pra lá e pra cá mesmo com mais de 60 anos;
- Steven Tyler chutando o pano azul (camisa do grêmio) que jogaram no palco. Depois de uns minutos ele até pegou a camisa e girou, mas a primeira coisa que fez foi tentar chutá-la de volta pra platéia! hehe
p.s.: o título deste texto foi sugerido pela minha querida amiga Andrea Celia que estava no show, pulou e cantou e depois ainda foi dançar na festa Namorada de Rockeiro, que também estava o máximo!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Subterrânea

O mau humor (quase) permanente está deixando Helena cansada. Ou o mau humor é consequência do cansaço que ela tem por (quase) toda a humanidade. Ela perdeu a paciência com gente burra, chata, egoísta e prepotente. Sobrou muito pouco no mundo de Helena.
Helena acha que não é alguma coisa que está fora da ordem. Tá tudo errado. A maneira como as pessoas se relacionam não se encaixa com aquilo que ela acha certo. Seria mais fácil se ela pensasse menos e modo superficial. Mas ela curte o subterrâneo.
O problema é que Helena não tá mais conseguindo participar do eterno jogo do contente que um dia ela decidiu aderir. Há tempos, inclusive, ela vinha trapaceando pra continuar ganhando e contente. Ela quase acreditou que isso poderia durar para sempre, mas aí veio a consciência ressuscitou e resolveu mostrar quem manda nesta zona.
lulu.
Helena acha que não é alguma coisa que está fora da ordem. Tá tudo errado. A maneira como as pessoas se relacionam não se encaixa com aquilo que ela acha certo. Seria mais fácil se ela pensasse menos e modo superficial. Mas ela curte o subterrâneo.
O problema é que Helena não tá mais conseguindo participar do eterno jogo do contente que um dia ela decidiu aderir. Há tempos, inclusive, ela vinha trapaceando pra continuar ganhando e contente. Ela quase acreditou que isso poderia durar para sempre, mas aí veio a consciência ressuscitou e resolveu mostrar quem manda nesta zona.
lulu.
Família, Cachorro, Gato, Galinha
Hoje é aniversário do meu pai. Ontem após jantar com ele, assisti "Everybody's Fine", um filme com Robert De Niro, que fala sobre a família. É um filme muito melancólico, e fala sobre a distância que mantemos dos nossos pais. Fiquei numa pilha muito familiar e pensando que eu sou feita das múltiplas partes da minha enorme árvore genealógica. E quando falo imensa, não é exagero (outro traço familiar).
Alguns acham que eu falo alto demais. Herança: Mãe. Outros dizem que tenho um humor inglês. Herança: Pai. Já falaram da minha juba: Herança: Fagundes. Comentam também das minhas maçãs do rosto. Herança: Gonçalves. A maioria reclama que sou muito teimosa. Herança: Maldita, e universal.
Tenho 4 irmãos, nenhum é do mesmo pai e da mesma mãe. Mas são todos iguais a mim.
E por ai vai.
Mãe, Pai, Vó, Vô, irmãos. Meu orgulho.
Na foto (by gabi mo), minha formatura. André Martinez. Luciane Fagundes. Mariana Fagundes Martínez.
Alguns acham que eu falo alto demais. Herança: Mãe. Outros dizem que tenho um humor inglês. Herança: Pai. Já falaram da minha juba: Herança: Fagundes. Comentam também das minhas maçãs do rosto. Herança: Gonçalves. A maioria reclama que sou muito teimosa. Herança: Maldita, e universal.
Tenho 4 irmãos, nenhum é do mesmo pai e da mesma mãe. Mas são todos iguais a mim.
E por ai vai.
Mãe, Pai, Vó, Vô, irmãos. Meu orgulho.
Na foto (by gabi mo), minha formatura. André Martinez. Luciane Fagundes. Mariana Fagundes Martínez.segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
BRECHÓ VELUDO AZUL
Dica das boas! A Bruna Dal Sasso me mandou a divulga da nova edição do brechó que algumas das gurias mais estilousas de poa estão promovendo!

E digo para vocês, eu e a Lulu fomos na última edição e fizemos altos achados!
Quero maisss! Ai vai:
Brechó Veludo Azul
Depois do sucesso da primeira edição, o Brechó Happy Hour volta com tudo, de nome e casa novos!
O Brechó Veludo Azul acontece dia 06 de junho, domingo, das 16h às 22h no Café Bertoldo, que fica na Casa de Teatro (Rua Garibaldi, 853).
No clima retrô de um dos bares mais culturais da cidade, as gurias trazem uma nova seleção de peças, novas e usadas, que vão enlouquecer a mulherada! A sessão de desapego vai contar com as roupas e acessórios de Alice Castiel, Betânia Dutra, Bruna Dal Sasso, Caro Galvão, Elisa Graeff, Lívia Nunes, Marília Feix, Vanessa Prudêncio e Vivi Souza.
A marca registrada do bazar são as peças estilosas que as gurias desfilam por aí e mais algumas roupas e acessórios novos que elas trazem das andanças pelo mundo. Tudo isso em um clima de descontração, com trilha sonora de Marília Feix e flashes por Amanda Copstein, além dos drinks e comidinhas do Café.
Quem chegou cedo no último se deu bem, então fica a dica...
O quê: Brechó Veludo Azul - peças novas e usadasQuando: 06 de junho, domingo, das 16h às 22hOnde: Café Bertoldo (Casa de Teatro, Rua Garibaldi, 853, entre Cristóvão e Independência)Forma de pagamento: dinheiro e cheque
Eu vou certo e chegarei cedo também!
Bjs Mari
ps. Obrigado a todos que apareceram na festénha do blog ontem! Foi demais!

E digo para vocês, eu e a Lulu fomos na última edição e fizemos altos achados!
Quero maisss! Ai vai:
Brechó Veludo Azul
Depois do sucesso da primeira edição, o Brechó Happy Hour volta com tudo, de nome e casa novos!
O Brechó Veludo Azul acontece dia 06 de junho, domingo, das 16h às 22h no Café Bertoldo, que fica na Casa de Teatro (Rua Garibaldi, 853).
No clima retrô de um dos bares mais culturais da cidade, as gurias trazem uma nova seleção de peças, novas e usadas, que vão enlouquecer a mulherada! A sessão de desapego vai contar com as roupas e acessórios de Alice Castiel, Betânia Dutra, Bruna Dal Sasso, Caro Galvão, Elisa Graeff, Lívia Nunes, Marília Feix, Vanessa Prudêncio e Vivi Souza.
A marca registrada do bazar são as peças estilosas que as gurias desfilam por aí e mais algumas roupas e acessórios novos que elas trazem das andanças pelo mundo. Tudo isso em um clima de descontração, com trilha sonora de Marília Feix e flashes por Amanda Copstein, além dos drinks e comidinhas do Café.
Quem chegou cedo no último se deu bem, então fica a dica...
O quê: Brechó Veludo Azul - peças novas e usadasQuando: 06 de junho, domingo, das 16h às 22hOnde: Café Bertoldo (Casa de Teatro, Rua Garibaldi, 853, entre Cristóvão e Independência)Forma de pagamento: dinheiro e cheque
Eu vou certo e chegarei cedo também!
Bjs Mari
ps. Obrigado a todos que apareceram na festénha do blog ontem! Foi demais!
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